O fundador do projeto República dos Esportes, no Amapá, veio para falar sobre ‘Esporte e cidadania’
O que o esporte tem a ver com a cidadania? Devem andar juntos na construção de uma sociedade de valores? O esporte deve ser encarado como um instrumento de transformação social? Essas foram algumas das questões levantadas na palestra ‘Esporte e Cidadania’, que reuniu estudantes e professores do curso de Educação Física da Universidade Paranaense – Unipar, Unidade de Umuarama.
Com foco na modalidade de handebol, o tema foi discutido pelo técnico e professor Ronaldo Cunha, que fundou em Macapá/AP o projeto ‘República dos Esportes’, cujo objetivo é formar jovens carentes em cidadãos por meio do esporte, socialização, educação.
“O esporte é, sim, um forte instrumento de transformação social”, afirmou o palestrante, que é descente de indígenas do Oiapoqui e vêm da tribo Galib Marvorno, localizada na divisa do Brasil com a Guiana Francesa. “A miséria e a criminalidade da região me motivaram a colaborar para mudar a realidade das pessoas. Então decidi ir para a França estudar; isso me ajudou a compreender a importância da relação entre o esporte e os estudos”, justifica Cunha.
Em seu discurso, destacou que “o esporte tem o poder de desenvolver nas pessoas valores que podem ser praticados em grupo, como a tolerância, o respeito, companheirismo, disciplina”. Na palestra, o professor também falou das características do jogador de handebol, a formação do atleta e os tipos de treinamentos da modalidade.
Ao comentar sobre o ‘República dos Esportes’, disse que a iniciativa deu tão certo que hoje funciona em mais cinco estados. “Além do Amapá, temos unidades no Ceará, Maranhão, Piauí, Pará e Paraná”. Basquete e vôlei são outras modalidades desenvolvidas no projeto.
“Foi um encontro prazeroso, bastante produtivo e de extrema importância para o aprendizado do nosso estudante, pois temos consciência que o esporte e a cidadania são fatores fundamentais que devem caminhar juntos no dia a dia do profissional de Educação Física. Nossos alunos precisam refletir sobre isso”, enfatizou a coordenadora do curso, professora Silvia Sucupira Sarto.
A coordenadora multicampi do Pró-Magíster, professora Ana Paula Cruz, prestigiou o evento.
O professor do curso de Direito e do Sajug, Dr. José Bolivar Bretas, e acadêmicos, por nomeação de juiz da Vara Criminal, patrocinaram a defesa de réu ausente
A pessoa fisicamente presente não é julgada; julga-se uma cadeira vazia, um réu em tese, estigmatizado pela presunção de que fugiu e, pela evasão, ‘assume’ a culpa do crime. A analogia refere-se ao julgamento de Norberto de Jesus Garcia dos Santos, denunciado por tentativa de homicídio no ano de 2000 e atualmente foragido. O mesmo foi intimado por edital da Justiça.
Conforme a denúncia, a vítima, Ednilson da Silva Sabora, foi atingida com dois disparos de arma de fogo e fingiu-se de morta, logo após grita e é socorrida por populares. Segundo os autos do processo, a motivação seria porque a vítima tinha informações de que o acusado estava com uma motocicleta de procedência ilícita. Ednilson não se fez presente no júri, porque veio a falecer em outra situação.
Outro acusado pelos disparos é Paulo dos Santos, que não foi julgado devido ao desmembramento do processo. Para a defesa de Norberto, foi nomeado em 2004 o Dr. José Bolivar Bretas, sendo o recurso da defesa elaborado no Sajug (Serviço de Assistência Judiciária Gratuita) da Universidade Paranaense, pelos então estudantes de Direito Pedro Marques de Alencar e Sérgio Grapegia, sob a orientação do professor.
O júri aconteceu no Fórum Estadual de Cascavel, presidido pelo juiz da Vara Criminal, Dr. Luiz Gustavo Fabris, tendo como promotor de Justiça, Dr. Eduardo Labruna Daiha, e como advogado de defesa, Dr. Bretas, acompanho de uma acadêmica e um egresso do curso.
O advogado explica que, segundo o Código Penal, o júri sem réu pode acontecer em duas instâncias: se o acusado responde o processo em liberdade ou se está preso e optou por não comparecer. O professor se posiciona contrário à realização do júri com o réu foragido. “Não que seja culpado o réu foragido, porque ele exerce um direito, que é o de fugir, mas o Estado desprovido de responsabilidade não cumpre seu papel, que é o de impedir a fuga ou recapturá-lo”, alega.
Contudo, levar o processo adiante simplifica o trabalho do Ministério Público e inviabiliza os argumentos da defesa, atropelam-se direitos e garantias. “A denúncia é uma peça que não foge da situação surrealista, do absurdo do réu não estar presente”, afirmou o defensor público, incumbido da missão de defender uma pessoa sem nunca ter discutido uma estratégia com ela, sem ter ouvido sua versão dos fatos, sem conhecê-la.
Vários estudantes do curso de Direito da Unipar assistiram ao júri. Segundo o coordenador do curso, professor Sérgio Tinoco, que também acompanhou a sessão, os trabalhos transcorreram dentro da normalidade e se revelaram extremamente importante para os acadêmicos, que mais uma vez puderam acompanhar um julgamento real, um caso distinto.
Palestras, oficinas, gincanas e apresentações culturais pautaram as atividades
Uma série de eventos possibilitou grande troca de conhecimento e diversão para estudantes do curso de Pedagogia da Universidade Paranaense – Unipar, Unidade de Guaíra. Uma delas foi a 1ª Semana do Conhecimento promovida pelo CEEBJA Valdir Fernandes. Palestras, oficinas, gincanas e apresentações culturais pautaram as atividades.
Acompanhados das professoras Suemy Foletto (coordenadora do curso) e Inês Altenhofen, os estudantes interagiram em uma gincana bem divertida e animada. Palestra sobre ‘Motivação Pessoal’, ministrada pela professora Suemy, agradou os participantes. “Nosso objetivo é motivar os estudantes em relação ao futuro profissional”, destacou.
O curso também participou da Feira do Produtor. Lá, realizaram pinturas de rosto das crianças, brincaram e distribuíram lembrancinhas, como cata-ventos, quebra-cabeça didático, peteca, bilboquê, e bonecas de pano.
Outra ação desenvolvida foi um pedágio no semáforo da Avenida Mate Laranjeira, onde também distribuíram lembrancinhas às crianças que passavam pelo local. Cerca de 3.000 brinquedos foram confeccionados pelos acadêmicos e distribuídos. A ação integra o projeto de extensão do curso, a Brinquedoteca.
“O brincar é de fundamental importância para o desenvolvimento pleno das crianças e para isso a participação dos pais é vital. Assim como os futuros docentes devem conhecer as várias formas de brincar que podem ser aliadas ao processo de ensino-aprendizagem das mais diversas faixas etárias”, ressalta a coordenadora.
As atividades comemoram o Dia Internacional do Brincar, celebrado em 28 de maio.
‘Momento Mulher’ é apresentado pela professora Elizabeti Massambani todos os dias
Umuarama segue sendo considerada uma cidade destaque nos concursos de beleza da região. Portanto, conquistar ouvintes para um programa de rádio que aborda beleza e cuidados com o bem-estar parece ser um grande desafio.
No ar há sete anos, o programa ‘Momento Mulher’, da Rádio Universitária Paranaense 107,7 FM, vem quebrando essa barreira, levando orientações e informações aos ouvintes. A apresentadora, professora do curso de Estética e Cosmética, Elizabeti Massambani, tece comentários sobre embelezamento.
Com uma variedade de temas, como procedimentos, produtos cosméticos, dermatológicos, estéticos, facial, corporal, capilar e anexo, terapias complementares e recursos para melhoria da imagem pessoal, saúde, alimentação e qualidade de vida, o programa vem agradando os ouvintes.
Durante a apresentação, Massambani é acompanhada por estudantes do curso de Estética e Cosmética, que também ensinam procedimentos básicos de beleza para ser realizados na residência do ouvinte. “É importante estimular as estudantes a participarem do programa, pois elas aprendem sobre temas atuais e melhoram a capacidade de comunicação”, destaca.
‘Momento Mulher’ vai ao ar todos os dias, das 11h30 às 11h40, com reprise das 14h às 14h10.
Foram imunizados contra gripe funcionários e colaboradores da Unidade
Prevenção contra doenças foi foco da campanha de vacinação que o curso de Enfermagem da Universidade Paranaense – Unipar, Unidade de Paranavaí, realizou entre funcionários e colaboradores. A iniciativa aconteceu em parceria do Centro de Imunização Municipal e Centro de Saúde Escola.
A ação aconteceu no PAE (Pronto Atendimento Escola), projeto de extensão do curso. Em torno de 60 pessoas foram imunizadas contra a gripe H1N1.
Os estagiários também atenderam os que levaram as carteirinhas de vacinação para esclarecer dúvidas e colocar as doses em dia. As atividades foram supervisionadas pela enfermeira Letícia Pattini.
“Além de aliar teoria à prática, proporcionamos conhecimento aos futuros enfermeiros, destacando a importância da imunização para a promoção da saúde. Nosso objetivo é promover qualidade de vida à comunidade”, ressalta a coordenadora do curso, professora Simone Baggio.
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