Estudante de Fisioterapia da Unipar fica em 1º lugar no Congresso Brasileiro de Ciência, Tecnologia e Inovação

Publicado em 25 de Setembro de 2026 às 14:49

A acadêmica Roberta Bet Bido, do 5º ano do curso de Fisioterapia da Universidade Paranaense (Unipar), conquistou o primeiro lugar no I Congresso Brasileiro de Ciência, Tecnologia e Inovação

A acadêmica Roberta Bet Bido, do 5º ano do curso de Fisioterapia da Universidade Paranaense (Unipar), conquistou o primeiro lugar no I Congresso Brasileiro de Ciência, Tecnologia e Inovação (CBCTI), realizado de 9 a 11 de setembro, em Francisco Beltrão.

A premiação foi obtida com uma pesquisa desenvolvida no programa de Iniciação Científica, sob orientação do professor Aldair Darlan Santos de Araújo, do curso de Fisioterapia.

Pesquisa apresentada no congresso

O trabalho, intitulado “Associação entre capacidade funcional percebida e o desempenho funcional submáximo em indivíduos pós-COVID leve”, foi eleito Melhor Trabalho na categoria Exposição de Pôster, na modalidade de submissão Comunicação Breve, dentro da área de Saúde, Biotecnologia e Inovações Biomédicas.

A pesquisa foi desenvolvida por Roberta como bolsista do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PROBIC). O estudo também contou com a participação dos coautores Debhora Natasha Simon, Alaf Thomas Lauterio Peruzzo, Lucivalda Viegas de Almeida, Daniela Bassi Dibai e do professor Aldair Darlan Santos de Araújo, responsável pela orientação acadêmica.

Debhora e Alaf também participam do programa de Iniciação Científica e desenvolvem atividades de pesquisa sob orientação do professor Aldair.

O trabalho apresentado no congresso reuniu, portanto, pesquisadores e acadêmicos envolvidos em estudos voltados à avaliação da capacidade funcional de pessoas que tiveram COVID-19.

Estudo avaliou pacientes após COVID-19

A pesquisa aborda a relação entre a percepção que indivíduos que tiveram COVID-19 de forma leve têm sobre a própria capacidade funcional e o desempenho apresentado por eles durante uma avaliação funcional submáxima.

O objetivo do estudo é observar se a percepção dos participantes sobre a própria capacidade para realizar atividades físicas e funcionais corresponde ao desempenho verificado em uma avaliação prática.

A investigação pretende contribuir para a compreensão das possíveis diferenças entre aquilo que o indivíduo percebe sobre sua condição física e o que é observado por meio de uma avaliação funcional.

O tema está relacionado aos efeitos que podem permanecer mesmo após a recuperação de um quadro leve de COVID-19. A análise da capacidade funcional permite avaliar aspectos relacionados ao desempenho físico e pode contribuir para a identificação de limitações que nem sempre são percebidas pelo próprio indivíduo.

Premiação

A entrega do prêmio ocorreu na sexta-feira, 11 de setembro, durante o encerramento do I Congresso Brasileiro de Ciência, Tecnologia e Inovação, em Francisco Beltrão. Na ocasião, Roberta recebeu o certificado das mãos do secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do município, Cledson Lodi.

O reconhecimento colocou em destaque o trabalho desenvolvido pela acadêmica dentro do programa de Iniciação Científica e a pesquisa conduzida em conjunto com os demais autores.

Para Roberta, a pesquisa apresentada no evento é resultado do trabalho desenvolvido durante sua formação acadêmica e da participação no programa de Iniciação Científica.

O estudo foi conduzido com acompanhamento do professor Aldair Darlan Santos de Araújo e envolveu a análise da capacidade funcional percebida e do desempenho funcional submáximo de pessoas que passaram por casos leves de COVID-19.